Sindicato inicia campanha, “Essencial é viver para poder Proteger, vacina já para os vigilantes!”

Trabalhadores são os que mais morrem de Covid-19

Em cinco dias, cinco vigilantes perderam a batalha para a Covid-19. Na luta diária para defender o patrimônio e a vida de terceiros, vigilantes não conseguem proteger a própria vida, diante do coronavírus e para combater esse inimigo invisível esses trabalhadores precisam de vacina. Por isso, o SindVigilantes Curitiba, iniciou a campanha, “Essencial é viver para poder proteger! Vacina já para todos os vigilantes”.

O objetivo da iniciativa é demonstrar ao poder público, que a liberação da vacina para os vigilantes é uma questão de sobrevivência. Pois, como essenciais, esses profissionais são os que mais morrem de Covid-19 no Brasil, segundo matéria publicada pelo jornal El País, com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).

Em recente decisão do Ministério da Saúde, parte dos vigilantes lotados em postos de saúde e similares, em contato direito com pessoas infectadas pelo coronavírus, estão recebendo a vacina, mais ainda não é o suficiente.

Segundo a publicação do El País, a morte de vigilantes aumentou 59% entre janeiro e fevereiro de 2020 comparado com o mesmo período de 2021. Para o presidente da Confederação, Federação e SindVigilantes Curitiba, os vigilantes não podem mais esperar.

“Todos devem ter o direito a vacina e os números recentes demonstram isso. Precisamos preservar a vida desses trabalhadores, por isso, o essencial agora é viver para poder proteger. Pois, em contato direito com o público o vigilante tem mais chances de ser contaminado pela Covid-19 e precisa ser vacinado com prioridade”, destaca o presidente.

Além dos vigilantes, outros profissionais considerados essências também são vitimas da doença: frentista de postos de gasolina, caixas de supermercado e motoristas de ônibus.

A Federação dos Vigilantes do Paraná (Fetravispp) e o SindVigilantes Curitiba, aguardam resposta do governo do estado do pedido para que toda a categoria tenha direito as doses da vacina. Continuamos na luta, pois essencial é viver para poder proteger!

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