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Vigilantes Clandestinos na mira da Polícia Federal
10/04/2012
Em 2011, a Polícia Federal (PF) no Paraná emitiu 12 autos de encerramento para empresas que ofereciam o serviço de segurança privada sem autorização. Quatro se regularizaram e duas estão no processo. A segurança privada se caracteriza pela presença de um vigilante treinado dentro da empresa ou residência. Esta atividade é fiscalizada pela PF, diferentemente do serviço de monitoramento.

De acordo com o chefe da Delegacia de Segurança Privada no Estado do Paraná, ligada à PF, Wilson Ferreira Bonfim, empresas que atuam nas áreas de monitoramento, limpeza e conservação acabam oferecendo também a segurança privada, mas sem regulamentação. “A empresa de segurança privada precisa de uma autorização da Polícia Federal. A segurança privada é apenas intramuros, dentro da propriedade”, explica.

As denúncias dirigidas à PF são verificadas e, se for constatada a irregularidade, a empresa recebe um auto de encerramento. Quem quiser se regularizar tem um prazo. “Quem contrata uma empresa em desacordo corre risco. Quando a empresa é legalizada, o vigilante passa por um curso em escola autorizada pela Polícia Federal e a cada dois anos passa por uma reciclagem. Neste processo também são verificados os antecedentes criminais”, cita Bonfim.

Fonte: Paraná Online

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